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Centro de Esgueira
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Painel Informativo
Localizado no centro de Esgueira, este painel de azulejos constitui um "mapa turístico" com referências aos locais a visitar em Aveiro.
Com data de 1951, já sofreu remodelações e mudou de localização.
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Pelourinho
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Pelourinho de Esgueira - Imóvel de Interesse Público
Símbolo da autonomia e autoridade municipal, o pelourinho foi, desde o século XV, a face visível deste mesmo estatuto.
O pelourinho, datável do início do século XVIII, deveria substituir um outro, mais antigo. Para além do foral manuelino que se conserva, o pelourinho constituía um dos símbolos de autoridade municipal, e a sua reedificação, ou recente construção, implica um reforço desta ideia de autonomia.
Situado junto à antiga Câmara, o pelourinho de Esgueira constitui um importante exemplar dos modelos de coluna espiralada, da época barroca.
Sobre um pedestal, ergue-se o fuste, torso, sem qualquer decoração.
É encimado por um capitel coríntio, de uma única ordem de acantos, sobre o qual se ergue o entablamento e um corpo paralelipipédico. É neste último que se encontram esculpidos os símbolos do país e de Esgueira - brasão nacional, barco de três mastros, três setas cruzadas, esfera armilar dominada de cruz de Cristo.
Merece especial referência o barco de três mastros, por representar a dominante actividade marítima da região.
Por fim, refira-se ainda a presença dos ferros galheiros, que terminam em flor e as argolas, entre eles. (Texto adaptado de www.ipar.pt)
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Como curiosidade, e depois de séculos passados sobre a sua construção e de muita poeira depositada sobre a nossa memória colectiva, convém referir que o pelourinho, agora apenas um símbolo da autoridade municipal em tempos passados, era então um instrumento da Justiça para a execução de penas.
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Os pelourinhos apresentam-se com arquitecturas diferentes mas, genericamente, todos são constituídos por uma coluna de pedra onde eram executadas as punições dos condenados pela justiça.
Essas punições assumiam várias formas que podiam ir do apedrejamento e açoitamento até à morte por enforcamento.
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Igreja Matriz
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Igreja Matriz de Esgueira (Em vias de classificação)
Concluída em 1650, data inscrita na sua frontaria, a Igreja Matriz foi sofrendo diversas remodelações ao longo dos anos.
O templo primitivo, situava-se fora do perímetro urbano da vila, no local que deverá corresponder, actualmente, aos terrenos (de cultura e ocupados pela estrada nacional 109) situados atrás da capela do Espírito Santo.
Contudo, a eventual ruína em que esta incorria, a par da localização periférica, conduziu à sua transferência para o interior da vila, no início do século XVII.
Na realidade, em 1607, Filipe II concedeu autorização para se iniciarem as obras que, no entanto, decorreram lentamente.
A data de 1650, patente na porta principal deverá corresponder à conclusão da fase inicial da edificação da igreja, pois acredita-se que esta terá sido elevada em época posterior.
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A fachada, de linhas simples, apresenta um nicho maneirista sobre o portal, que exibe a imagem do orago (Santo André) do templo, a que se sobrepõe um vitral, sendo rematada por um frontão triangular, onde se inscrevem as insígnias papais.
Já no século XIX o templo foi alvo de várias intervenções, entre as quais o revestimento cerâmico que cobre a totalidade da fachada, num padrão que recupera os esquemas enxaquetados seiscentistas, e que lhe confere uma forte unidade pois reveste também a torre sineira, executado neste mesmo período.
No interior possui um revestimento azulejar de diferentes épocas e padrões, mas relativamente comuns no contexto da história da azulejaria do século XVII.
As capelas, cujos instituidores (pertencentes a famílias nobres da região) se encontram nomeados nas mesmas, são definidas por arcos de volta perfeita em cantaria, de desenho semelhante ao do arco triunfal. Destaca-se a da Visitação, que remonta ao século XVII, pelo retábulo em calcário, da escola coimbrã, bem como a capela de Cristo Crucificado, datada de 1578 e proveniente da primitiva igreja, que exibe a imagem da invocação da capela (séculos XV/XVI), em madeira.
Os altares colaterais, dispostos na diagonal, remontam ao terceiro quartel do século XVII, tal como o retábulo-mor. Este último, foi alterado na campanha de obras do século XIX, que interveio ao nível do trono e da zona inferior, pintando todo o conjunto em tons de branco e dourado. (Texto adaptado de www.ipar.pt)
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Antigos Paços do Concelho
Edifício original da segunda metade do século XVIII, tem sofrido várias intervenções e teve vários “inquilinos”.
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Centro Cultural
Edifício do século XVII da familia Almeida d''Eça, conhecido pela "Casa da Carvoeira", visto os últimos anos uma das suas dependências ter estado ocupada por uma carvoaria.
Foi adquirido e recuperado pela Câmara Municipal de Aveiro.
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Painéis de Azulejo do Viaduto de Esgueira
A Rua de Viseu, eixo de ligação do centro de Esgueira ao centro de Aveiro (passagem desnivelada sob a linha do caminho de ferro), constitui uma via de passagem diária para muitas pessoas, a maior parte das quais, no corrupio que caracteriza a nossa existência, nem sequer reparará nos lindos painéis de azulejos que revestem as suas paredes.
Os painéis de azulejo do Viaduto de Esgueira (feitos com restos de cerâmica), com data de colocação de 1991, são da autoria de Vasco Branco.
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Cruzeiro
Com data de 1666, foi restaurdo em 1943.
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Cruzeiro: grande cruz de pedra erguida em estradas, e caminhos rústicos, nas praças das povoações, nos adros das igrejas, nos cemitérios, etc., e que se destinava a assinalar locais de acontecimentos históricos ou
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